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sábado, 17 de março de 2007

Não negues



Por fim entendo
Que o poema que escrevo
Não é por ti sentido.
Percebi que o ignoras
E que não o adoras

Como antes te adorei.

Aceito o sentimento
Que tendes em deformar
No meio da tua confusão.
Aceito a tua indiferença,
O teu medo, a tua carcaça
Feita de pedra que é cristal.

Só não aceito que negues
Que sou melhor no meu verso.
Que o que escrevo é meu
E de todos os que cá ficam.
Podes negar… por não entenderes.
Mas não o negues por já não me teres.



2 de Março de 2007

1 comentário:

Mila disse...

sim senhor! este poema tá muito bom! gosto muito!