Por fim entendo
Que o poema que escrevo
Não é por ti sentido.
Percebi que o ignoras
E que não o adoras
Como antes te adorei.
Aceito o sentimento
Que tendes em deformar
No meio da tua confusão.
Aceito a tua indiferença,
O teu medo, a tua carcaça
Feita de pedra que é cristal.
Que sou melhor no meu verso.
Que o que escrevo é meu
E de todos os que cá ficam.
Podes negar… por não entenderes.
Mas não o negues por já não me teres.
2 de Março de 2007
1 comentário:
sim senhor! este poema tá muito bom! gosto muito!
Enviar um comentário