
É no meu templo
Que eu me faço.
Que te desfaço
Entre as minhas mãos.
Entre os meus dedos
Finos e grossos
Como eu pintado
Entre os teus esboços.
O templo.
O meu que é de nós
Mas só de vez em quando.
Mar profundo.
Grito do mundo.
Gemido sem voz
Do nosso prazer…
A verter. Ao anoitecer.
E é no meu templo
Que eu me faço.
Que te desfaço
De uma vez só.
Sem pena e sem dó.
1 comentário:
simplesmente lindooo!gostei!joka bem gorda mi amorr
Enviar um comentário