
Asas que voam.
Ao fundo… além do mar.
Do horizonte perpetuado.
Asas feitas de papel
Que esmago ao ver passar
A sombra do meu tesouro.
Ao longe… a navegar.
Como quem perde na alma
O sentido de asas a renovar.
Asas que caem
Como no “Anjo Caído”
Do que foi dito e ainda existe.
Que juntas dariam à alma
De novo a unidade.
De novo o tesouro renovado.
O sorriso modificado.
O segredo já recalcado.
1 comentário:
Todos somos anjos de uma asa só.
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