
(...)
Perdido no meio de tudo.
No resto do que me resta ser.
Do que sou; do que não sei ser ainda.
E só tu, minha alma paciente,
Me ouves na tristeza insolente.
Só tu me fazes compreender
Os dias dias como flocos de neve.
O calor de um sorriso
Que derrete um coração.
A frieza de um olhar...
É dor na alma,
Um convite à solidão.
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