
A continuidade é a sabedoria de viver à volta de tantos e tantos seres diferentes e indiferentes. A continuidade... é saber que hoje, a cada segundo que passa, cada sopro da respiração se torna mais importante e mais precioso. A continuidade de sonhar mas estar bem lúcido do sonho atingido. Cair se for preciso e levantar quando se menos espera. É desta continuidade de que falo... A DE VIVER
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Textos líricos e poéticos, poesias, fotografia, comentários e opiniões, música e outras continuidades. (Redigido sob a lei do Acordo Ortográfico)
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terça-feira, 24 de abril de 2007
domingo, 22 de abril de 2007
sexta-feira, 20 de abril de 2007
O teus olhos

Os teus olhos...
São o sol da minha noite,
A lua do meu dia.
São o mapa da vida
Que me foi destinada;
Encontrar-te, sorrir-te,
Perder-te, tentar esquecer-te.
Resignar-me na solidão.
Ah, os teus olhos...
Dizem-me que sou estranho,
Que não me dou... a quem!?
Dizem-me que sou fraco,
Que não mereço ninguém.
E eu, alinhado na ilusão,
Ouço as vozes, calo as bocas,
Pego na mão do meu coração
E procuro no mapa da vida
O amor! A paz dos teus olhos.
28 de Agosto de 2002
Foto de João Lobo
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Fogo em que ardo

Uma lágrima caiu
Das fontes nunca secas
Das minhas diversas almas.
Duas lágrimas
E tantas outras que eu sempre guardo.
Das pálpebras roucas.
Das minhas mãos em chamas.
Quatro lágrimas
E outras, que velhas, são meu fardo.
Desceu ao chão que tocas
E ao coração que tu queimas.
Seis lágrimas…
Venham! Apaguem o fogo em que ardo.
terça-feira, 10 de abril de 2007
Sorriso...
terça-feira, 3 de abril de 2007
Mais uma semana...
domingo, 1 de abril de 2007
Infecção de calma

A lua está muito redonda...
A lua está demasiadamente redonda!
Está cheia por detrás dos fios da ponte sobre o rio. O frio corta e vai entrando por entre a roupa. Como se quisesse ir ao nosso encontro. Ao da alma ás vezes lunática ou então fatigada.
Infecção de calma...
Assim poderei chamar ao que cá dentro ás vezes não se esconde. Não quero ser lunático ao ponto de me redescobrir no lugar que um dia ocupei. Não preciso disso. Mas ás vezes... a apatia... a calma em demasia... cria-nos uma infecção no corpo da alma. Em sentimentos por existir. Em condições que nos afastam ou nos aproximam.
Linear e delicado. Assim sou. Mas porquê? Deveria ser lunático como a lua cheia está assim no céu. Deveria ser perverso e atrevido como o vento que me tenta redescobrir no tal lugar... Mas não! Estou assim.
Não apático...
Não infeliz com a alma...
Mas sim com uma bela e positiva infecção de calma!
Afinal estas são "coisas válidas" do nosso dia-a-dia.
http://fragmentos-d-mim.blogspot.com/2006/11/foi-em-setembro-que-te-conheci-trazias.html
A lua está demasiadamente redonda!
Está cheia por detrás dos fios da ponte sobre o rio. O frio corta e vai entrando por entre a roupa. Como se quisesse ir ao nosso encontro. Ao da alma ás vezes lunática ou então fatigada.
Infecção de calma...
Assim poderei chamar ao que cá dentro ás vezes não se esconde. Não quero ser lunático ao ponto de me redescobrir no lugar que um dia ocupei. Não preciso disso. Mas ás vezes... a apatia... a calma em demasia... cria-nos uma infecção no corpo da alma. Em sentimentos por existir. Em condições que nos afastam ou nos aproximam.
Linear e delicado. Assim sou. Mas porquê? Deveria ser lunático como a lua cheia está assim no céu. Deveria ser perverso e atrevido como o vento que me tenta redescobrir no tal lugar... Mas não! Estou assim.
Não apático...
Não infeliz com a alma...
Mas sim com uma bela e positiva infecção de calma!
Afinal estas são "coisas válidas" do nosso dia-a-dia.
http://fragmentos-d-mim.blogspot.com/2006/11/foi-em-setembro-que-te-conheci-trazias.html
sábado, 31 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
Um Ano passou

Um ano passou depois da tua ida...
Guardo cada momento que vivi no dia 28 de Março do ano passado. Fico melancólico... Um pouco triste.
Mas eu não quero escrever muito. Não agora para que não me venham mais lágrimas.
Apenas dizer-te que também guardo todos os momentos bons que passámos juntos, ainda quando eu te sentia palpável. Esses sim, importam mais!
Onde quer que estejas...
Amo-te pai!!!
Teu filho
terça-feira, 27 de março de 2007
Quando eu morrer...
Se eu morrer
Quero ser o teu limite.
Quero sentir a tua dor,
O teu choro profundo
A correr pelo mundo.
Se eu morrer
Espero sentir
O teu eterno sofrimento
Porque já não estou...
Nem sou a chama que te incendiou.
Se eu morrer
O meu desejo é provocar a revolta,
A tristeza vagueando à solta.
E estarei no cimo do mundo
Ao ver passar um rio de lágrimas.
Quando eu morrer...
Surgirei como um relógio no tempo.
E farei eternamente
Parte da terra inteira...
Como o sol no dia,
A lua na noite
E o mar na praia deserta.
Serei, por fim, o oxigénio
Da tua vida ainda incerta.
17 de Novembro de 2004
Quero ser o teu limite.
Quero sentir a tua dor,
O teu choro profundo
A correr pelo mundo.
Se eu morrer
Espero sentir
O teu eterno sofrimento
Porque já não estou...
Nem sou a chama que te incendiou.
Se eu morrer
O meu desejo é provocar a revolta,
A tristeza vagueando à solta.
E estarei no cimo do mundo
Ao ver passar um rio de lágrimas.
Quando eu morrer...
Surgirei como um relógio no tempo.
E farei eternamente
Parte da terra inteira...
Como o sol no dia,
A lua na noite
E o mar na praia deserta.
Serei, por fim, o oxigénio
Da tua vida ainda incerta.
17 de Novembro de 2004
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