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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Jesus Cristo Superstar de Filipe La Féria






Eu fui ver o musical! Um amigo meu ofereceu convite e está maravilhosamente bem no espectáculo Dos melhores que assisti, senão o melhor mesmo. Aconselho a todos a irem pois será uma grande revelação e ficarão surpresos com a intensidade e profissionalismo do elenco


"Jesus Cristo Superstar”
é uma nova e surpreendente
versão de La Féria do musical de Andrew Lloyd Webber
e Tim Rice, tendo os empresários britânicos dos autores
classificado como “a mais moderna e contemporânea
encenação de Jesus Cristo Superstar, de uma força,
originalidade e beleza plástica que supera todas as
antigas versões da mais famosa
opera-rock de todos os tempo"


Para obter mais informação carregue abaixo:
Jesus Cristo Superstar

sábado, 19 de janeiro de 2008

Ao cair de cada noite, ao cair de cada luar.



Quando cair a noite
Eu te esperarei
Na minha vontade louca de te ter.
De te abraçar.
De te tocar.

Quando cair o luar
No mesmo céu que nos vê,
Eu voltarei para te ensinar
De novo a sorrir.
Paixão.

E ao cair de cada noite.
Ao cair de cada luar.
Eu permanecerei intacto
Ao redor do desejo
Da sombra de um beijo.

E ao sentir de cada mão,
Ao toque desconhecido,
Formas de um corpo
Em mim enroladas...
Silenciadas carícias.

E eu esperarei...
Incansavelmente,
Com a mãos frias
O cair de cada noite,
O cair de cada luar,

O toque do teu corpo no meu.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Enquanto


Quando as janelas se abriram na penumbra fugaz do teu rosto lavado em paz.
Quando os gritos das folhas trémulas se esbateram ao clamor do vento celebre.
Quando as mãos das pequenas pedras do caminho da saudade se uniram num só
e as demais situações tristes em nós resolveram começar e terminar por lei.

Eu não procurei o conforto nem o aperto dos teus intermináveis braços sem cor.
Eu não pedi a tua manhã com raios de sol ensonados nos lençóis em nós deitados.
Eu não senti o que tu sentiste quando pela porta da separação a solidão entrou.
Então diz-me... bocado de mel e fel amedrontado! O que esperas de mim então?

Por mais que a lua brilhe entre os montes, os corpos e as leves carícias sem jeito.
Por mais que os olhos no olhos se confundam no tolo turbilhão dos teus sentidos.
Por mais que as soltas palavras voem como pássaros assustados na tarde vadia.
Por mais que me queiras, enquanto fores assim, o nosso desejo não terá um início

Mas sim um eterno e descontinuado fim.

Por Márcio Silva

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Graham Colton - Telescope



Graham, my friend
YOU ARE AMAZING !









Up here alone in this room
Watching you come into view
Off in the distance where I want you to stay
Can't get you out of my mind
I'm tired of passing the time
I've got your picture and all I can do is try to look away

You're in my telescope
You don't wanna get too close
It's easy to stay where you feel safe
You circle around at night and shine like a satellite
It's easier when you're far away

You disappear in the crowd
I scream but don't make a sound
I never know when you might come back again
So close but don't let me in
You still get under my skin:and it's showing
And all I can do is try to look away

I'm a fool for every move
For coming back to you
I'm a fool afraid of love

You're in a telescope
You don't wanna get too close
It's easy to stay where you feel safe


quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Não serei só eu nem tu só tu


Quando eu te falei de mim…
Foi por não querer mais nada
A não ser o teu mundo idealizado.
A tua imagem na madrugada.
A tua secreta chegada.

Quando eu te falei de ti
Foi para entenderes o que és…
O que me dás. O que me trazes.
Segurar-te na pintura que nos fazes.
Desenhar-me devagar no teu corpo.

Quando eu te falei de nós
Foi para que soubesses
Que o que quero é sempre mais.
Que enquanto houver espaço aqui
Não serei só eu nem tu só tu…

Eu pretendo olhar-te sereno.
Tu preferes desenhar-me em pleno.
E assim seremos…
E assim, ouve! O vento já diz:
Apenas um só.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

sábado, 15 de dezembro de 2007

It's In The Rain




Every time
The rain comes down,
Close my eyes and listen.
I can hear the lonesome sound
Of the sky as it cries.

Listen to the rain
Here it comes again
Hear it in the rain

Feel the touch
Of tears that fall
...They won't fall forever
In the way the day will flow
All things come,
All things go.

Listen to the rain
...The rain...
Here it comes again...
...Again...
Hear it in the rain
...The rain...

Late at night
I drift away -
I can hear you calling,
And my name
Is in the rain,
Leaves on trees whispering,
Deep blue sea's mysteries.

Even when
This moment ends,
Can't let go this feeling.
Everything
Will come again
In the sound,
Falling down,
Of the sky as it cries.
Hear my name in the rain.


domingo, 2 de dezembro de 2007

Os teus meandros



Andei às voltas
No meu mundo
Enquanto te procurava
E não te achava.
Dentro do absurdo.
Andei às voltas
Dentro de mim.

Andei por ai
Nos meandros solitários
Do teu mundo louco.
Do teu corpo pouco
Que me deixa á toa.
Que ora fica, ora voa.
Que tem sorrisos vários.

E por fim encontrei-me.
Comparei os dois mundos
Que andavam separados.
Senti mais do que nunca
O sabor doce a paixão…
Esqueci o resto.
E és tu aqui… os outros não.


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

As mãos tapando os olhos


Chorei ao ouvir-te,
Fado da vida,
Da perda,
Da saudade,
Da dor,
E do desconsolo.

Chorei quando disseste não.
Não te quero!
Não te pertenço!
Não te amo!
Chorei com as mãos
Tapando os meus olhos.

Na rua da cidade
A chuva caía.
E eu chorei… por ti.
Com a alma ultrajada
E umas lágrimas velhas
Que restavam cá dentro.

Vulgar!
Será sempre quem é passageiro.
Não faz sorrir.
Não faz chorar.
Apenas se esquece
Com o tempo apressado.

As coisas de ti cá estão…
Ficaram para não me perder
No vulgar que há por aqui.
No meio da sentença
Deste fado e desta chuva.
E desta minha última lágri
ma.


terça-feira, 30 de outubro de 2007

Vários de mim


Ondeiam as ondas tão vãs
Pelo mar carente do corpo.
Planaltos de bocas sãs
Que se viajam nas silhuetas
Da tua secreta melodia.


Procuram-se beijos
No espaço da solidão que sou…
Que me resta por onde vou.
Procuram-se carinhos
Sem que sejas aqui e agora.



Faço lágrimas por encomenda.
Não preciso reunir tão só
Tantas de uma só vez.
Pequenas, grandes ou não,
Gota a gota vêm do coração.



São minhas. São tuas.
São das mais puras de mim.
São galhos carunchosos,
Cansaço percorrido sem alma,
Raios metade de duas luas.



Percorre-me sonho vadio
Pois eu sou de ninguém.
Percorre-me como se fosses rio.
Como se fosses, levianamente,
Vários de mim sem o ser.