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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Um dia de cada vez



(...)

E tudo é um dia de cada vez. Onde vivo demais e anseio sempre mais. De mãos dadas a ti eu jamais pecarei por me penalizar. A ti eu sei que posso confiar os meus destinos traçados. Contigo eu posso partilhar o meu mundo. Só tu me ouves e não me queixo por isso. Só tu me acaricias e não me lamento por isso.



E à noite, quando me deito a teu lado, quando coloco a cabeça no travesseiro, sei que posso fechar os olhos e adormecer tranquilamente com a tua mão a tocar o meu rosto e a minha alma. E sentirei as tuas mãos para sempre junto de mim e dos meus sonhos.


Mesmo que sejas tu, [Mar, esse meu eterno companheiro, eu ser-te-ei sempre solidário]. O meu renovado coração aprendeu contigo a voar… neste meu novo paraíso que eu trago no olhar e também no meu sorriso.

(...)


segunda-feira, 2 de junho de 2008

É no sorriso...



É no sorriso que eu te tenho...

É nele que eu te consigo cativar nos dias ainda por vir... e que podem não ser tão bons. É com ele que eu vivo o meu dia-a-dia sem mostrar que posso estar triste.

APROVEITA O MEU SORRISO! INFELIZMENTE ELE É MORTAL... APESAR DE SER INFINITO DENTRO DA TUA VIDA...


domingo, 1 de junho de 2008

Win Or Lose

"Will you ever see that I can't try I'll lie down
The day that we'll say goodbye
It's true that someday
you're on and still we'll play
and I pay it my truth"


domingo, 25 de maio de 2008

The First Time Ever I Saw Your Face



Desde a primeira vez que vi o teu rosto

Senti que o sol surgia dos teus olhos.
E que a lua e as estrelas eram presentes
Que ao escuro e ao vazio do céu davas

Desde o dia em que eu beijei a tua boca,
Senti a terra envolta sobre as minhas mãos.
Como se fosse o palpitar de um pássaro assustado
Dentro do meu mundo renovado.

Na primeira vez fui eu e tu e mais ninguém.
E o teu coração fechado no meu.
Como sempre. Como no dia em que vi o teu rosto.


domingo, 11 de maio de 2008

Fogueira de poeira


Rascunho de beijos
Esmagados contra o mar.
Desfaço em papel
Os corpos que souberam amar.
As caricias e os desejos.

Desenhos na terra,
Silhueta do meu mundo.
Este que percorres correndo
Apressado e sem mim.
Perdido na tua guerra.

Fogueira de poeira.
Luzeiro que nos silencia...
Que nos cala por inteiro,
Que em nós deixa o longe
O passado e não o hoje.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

A noite de Ditirambo



A noite serpenteou os nossos corpos,
Deixou tatuada a lua cheia...
A essência dos astros.
Silêncio espreitando pla janela.

A noite encolheu o medo outra vez
E mostrou o quanto pode ser fiel.
Auge da loucura entre os beijos.
Sentimento que voa e com o vento vai.

E a noite deitada aos nossos pés
Segreda às mãos ao gesto e toca-nos.
Abraços... olhos que se falam
Sem que as palavras digam a verdade.


sábado, 3 de maio de 2008

Sangue ao nosso segredo



É um pouco de sentimento
Que rebentou...aqui, no meu peito.

É uma trégua ao racional,
Uma porta aberta ao céu...
Ao que existe e não sabemos
Porque há ainda o medo.

É um pouco de sonho
Que segue aqui... neste caminho.

De novo amante intemporal
No instante que renasceu
E nos dá o que não temos...
Sangue ao nosso segredo.

É um pouco do mundo teu...
Que eu ganhei e agora é meu.