
Quando as estrelas colidirem
E o som do ar surgir no meu silêncio.
Fecharei os olhos… lentamente,
Até o coração se esquecer de mim.
Quando as ruas dos sonhos se cruzarem
E o labirinto sem saída ficar.
Pecarei de novo… com o corpo que sente
E o amor surgir, sem avisar.
Mas incansavelmente sem brio
Os meus trilhos só deixam rastilhos…
E são ilhas isoladas que ao frio
Me tomam por fraco e não por maior.
Quando as estrelas colidirem…
Umas nas outras contra todas as minhas leis.
Aí eu sei… não sinto as veias no corpo
Mas sempre o meu sangue a correr.


